sexta-feira, 8 de julho de 2016
A Cura da Princesa Real
Muita festa em Kemi! A irmã real Deboraton saiu da casa da cura e voltou ao seio do palácio Real, ainda inspira cuidados especiais por parte dos sacerdotes da cura, por isso está em repouso total, cair de uma biga em alta velocidade não é brincadeira.
Eu estou muito agradecida a Aton (Deus) por ter poupado a vida da jovem irmã Real!
Por Aton! Já ia me esquecendo!!!! Mais um lindo papiro retratado pelos artesões reais desses frasquinhos cheios de cores , dessas poções de beleza feitas pela sacerdotisa Ana Hickmann
que embelezam as unhas reais, dessa rainha que vos escreve, espero que apreciem dessa arte milenar!
Que a paz de Aton se estenda sobre todos vocês, beduínos e beduínas que exploram meu Sarcófago Milenar!!!
Nefertiti Rainha Egípcia
sábado, 2 de julho de 2016
Nefertiti
Dr. Geraldo Rosa Lopes
Uma das mais famosas e carismáticas mulheres da história mundial. A bela e sedutora esposa do Faraó Amenhotep IV – Akhenaton – durante a XVIII Dinastia – no chamado “período Amarniano” – (1364 – 1347 a.C.) – uma das mulheres mais célebres e carismáticas da história, dotada de forte personalidade e que exerceu uma preponderante influência política e social, tanto quanto religiosa, no período histórico em que viveu.
A “Grande Esposa Real” – Nefertiti ou “a bela chegou”, participou ativamente dos acontecimentos que caracterizaram o reinado de Amenhotep IV -, como provam as várias representações no repertório iconográfico do notável período amarniano.
Nefertiti ocupou posições de destaque no âmbito político, social e, principalmente, como grande sacerdotisa do deus ATON, a divindade suprema que brilhava no panteão de Akhenaton. Com seu esposo, participava diretamente dos rituais religiosos, nas cerimônias de oferendas ao seu deus único e nos assuntos relacionados com a administração do estado faraônico.
Era a “Grande Adoradora – “Senhora de todas as virtudes” – “Senhora das Graças”, e sempre estava representada nas artes em companhia de seu marido, em cenas familiares com suas filhas, demonstrando o carinho e seus sentimentos mais puros de amor maternal e de dedicação ao seu deus. Tanto em pinturas, baixos-relevos e esculturas podemos vê-la junto de seus entes queridos ou distribuindo presentes a seus súditos e fazendo oferendas nos santuários de Aton.
Ela foi uma grande rainha e uma devotada sacerdotisa, e não lhe foram poupadas a dor e as vicissitudes da vida, inclusive a perda de uma de suas filhas, e, tampouco, os dramas com os quais conviveu na companhia de seu esposo e de seus amigos.
Nefertiti foi, de maneira indiscutível, uma mulher excepcional, que marcou indelevelmente sua presença na história da humanidade.
Algumas hipóteses consideram-na como de origem asiática, nascida no Mitani, que teria sido enviada ao Egito para casar-se com o faraó. Outras teorias dizem que era filha de um alto funcionário da corte, Ay e de sua mulher Tyy e, neste caso, genuinamente egípcia. Esta última hipótese é a mais aceitável na atualidade.
Há ainda uma outra versão que a considera meia-irmã de Akhenaton e, neste caso, filha de Amenhotep III com uma esposa secundária, a mitaniana Gilukhepa, filha do rei do Mitani.
Grande parte de sua vida ainda permanece como um mistério. Mas, já é quase certa a sua origem egípcia e provavelmente filha do ministro Ay, irmão da rainha Tyi. Seu túmulo até hoje não foi localizado. Entretanto, há ainda muita controvérsia nos meios especializados e os egiptólogos não chegaram a um consenso sobre o assunto.
Quando os egiptólogos da Sociedade Alemã do Oriente escavaram o sítio arqueológico de Tell el-Amarna, a antiga Akhetaton (O horizonte de Aton), encontraram no atelier do escultor Tutmósis várias esculturas. Entre os achados estava o mundialmente famoso busto de Nefertiti, o qual se encontra no Museu de Berlim. A importância política-cultural e religiosa de Nefertiti está bem evidente nas representações artísticas do período amarniano. Sempre representada em cenas de cunho familiar, religioso, fazendo oferendas a seu deus Aton ou, junto com seu esposo, lançando presentes da sacada de seu palácio.
Foi muito amada pelo povo e por todos que com ela conviviam, demonstrando sua forte personalidade de mulher culta e respeitada.
O povo depositava sua fé em Nefertiti e era ela, como sacerdotisa de Aton, quem orientava as oferendas e recitava as preces. Também ela dirigia o clero feminino de Aton.
Nas representações artísticas era qualificada como “Dama das Graças” ou “Senhora de todas as Virtudes”.
A “Grande Esposa Real” – Nefertiti ou “a bela chegou”, participou ativamente dos acontecimentos que caracterizaram o reinado de Amenhotep IV -, como provam as várias representações no repertório iconográfico do notável período amarniano.
Nefertiti ocupou posições de destaque no âmbito político, social e, principalmente, como grande sacerdotisa do deus ATON, a divindade suprema que brilhava no panteão de Akhenaton. Com seu esposo, participava diretamente dos rituais religiosos, nas cerimônias de oferendas ao seu deus único e nos assuntos relacionados com a administração do estado faraônico.
Era a “Grande Adoradora – “Senhora de todas as virtudes” – “Senhora das Graças”, e sempre estava representada nas artes em companhia de seu marido, em cenas familiares com suas filhas, demonstrando o carinho e seus sentimentos mais puros de amor maternal e de dedicação ao seu deus. Tanto em pinturas, baixos-relevos e esculturas podemos vê-la junto de seus entes queridos ou distribuindo presentes a seus súditos e fazendo oferendas nos santuários de Aton.
Ela foi uma grande rainha e uma devotada sacerdotisa, e não lhe foram poupadas a dor e as vicissitudes da vida, inclusive a perda de uma de suas filhas, e, tampouco, os dramas com os quais conviveu na companhia de seu esposo e de seus amigos.
Nefertiti foi, de maneira indiscutível, uma mulher excepcional, que marcou indelevelmente sua presença na história da humanidade.
Algumas hipóteses consideram-na como de origem asiática, nascida no Mitani, que teria sido enviada ao Egito para casar-se com o faraó. Outras teorias dizem que era filha de um alto funcionário da corte, Ay e de sua mulher Tyy e, neste caso, genuinamente egípcia. Esta última hipótese é a mais aceitável na atualidade.
Há ainda uma outra versão que a considera meia-irmã de Akhenaton e, neste caso, filha de Amenhotep III com uma esposa secundária, a mitaniana Gilukhepa, filha do rei do Mitani.
Grande parte de sua vida ainda permanece como um mistério. Mas, já é quase certa a sua origem egípcia e provavelmente filha do ministro Ay, irmão da rainha Tyi. Seu túmulo até hoje não foi localizado. Entretanto, há ainda muita controvérsia nos meios especializados e os egiptólogos não chegaram a um consenso sobre o assunto.
Quando os egiptólogos da Sociedade Alemã do Oriente escavaram o sítio arqueológico de Tell el-Amarna, a antiga Akhetaton (O horizonte de Aton), encontraram no atelier do escultor Tutmósis várias esculturas. Entre os achados estava o mundialmente famoso busto de Nefertiti, o qual se encontra no Museu de Berlim. A importância política-cultural e religiosa de Nefertiti está bem evidente nas representações artísticas do período amarniano. Sempre representada em cenas de cunho familiar, religioso, fazendo oferendas a seu deus Aton ou, junto com seu esposo, lançando presentes da sacada de seu palácio.
Foi muito amada pelo povo e por todos que com ela conviviam, demonstrando sua forte personalidade de mulher culta e respeitada.
O povo depositava sua fé em Nefertiti e era ela, como sacerdotisa de Aton, quem orientava as oferendas e recitava as preces. Também ela dirigia o clero feminino de Aton.
Nas representações artísticas era qualificada como “Dama das Graças” ou “Senhora de todas as Virtudes”.
Nefertiti Rainha Egípcia
domingo, 26 de junho de 2016
Poesia de Akhenaton para Nefertiti
"Claro o rosto, alegremente enfeitado com dupla pluma, Soberana da felicidade ,Dotada de todas as virtudes,Com cuja voz nos alegramos,Senhora de graça, Grande de amor, Cujo os sentimentos enchem de alegria o Senhor dos Dois Países...
A princesa herdeira,Grande de indulgência, Senhora da felicidade,Resplandecente nas suas plumas,Alegrando com a sua voz àqueles que a ouvem,
Encantando o coração do Rei em sua casa,
Satisfeita com tudo o que lhe dizem,
A Grande e bem amada Esposa Real,
Senhora dos Dois Países ,
"Belas são as belezas de Aton",
"A bela chegou",
Que viva para sempre.
( Do livro Nefertiti & Akhenaton)
Nefertiti Rainha Egípcia
quinta-feira, 23 de junho de 2016
Tempestades no Deserto
A princesa real , irmã de nossa rainha, sofreu um terrível acidente de biga, e por esse motivo a rainha ficou afastada por algum tempo do Sarcófago.
O reino inteiro ficou devastado com a notícia, a princesa se encontra com os sacerdotes da cura nesse momento, porém, fora de perigo.
A nossa amada rainha ganhou alguns vidrinhos mágicos que ajudam a distraí-la nos momentos mais tensos, os artesãos reais conseguiram capturar a beleza produzida por esses vidrinhos nas mãos reais de sua majestade!
Esse é o "Boca Seca", produzido pelos sacerdotes responsáveis pela Beleza Real, "Hits" !
Esse é o "Boca Seca", produzido pelos sacerdotes responsáveis pela Beleza Real, "Hits" !
quarta-feira, 8 de junho de 2016
terça-feira, 7 de junho de 2016
Resultado do Dia da Beleza Real
Caros beduínos (as), Finalmente, a rainha retornou a cor original de suas madeixas graças a Grande Sacerdotisa da Beleza, CristianeAton! Os cabelos de nossa amada rainha ficaram impecáveis, até Isis a invejou!
O escultor real Radamés registrou em seus papiros a beleza única de nossa rainha, quero dessa forma compartilhar com todos , publicando os papiros nas paredes de seu Sarcófago Real!
Que o brilho intenso de Aton atordoe as vistas dos maleficentes, assim como a beleza de nossa Rainha jamais pereça, por Aton!
Cores das poções mágicas são 6.7 e 6.0 , ambas misturadas e produzidas pelos sacerdotes da Beauty Color!
Nefertiti Rainha Egípcia
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